medicamento similarAlém dos remédios genéricos, existem outras formas de medicamentos que diferem do medicamento “normal”. Além dos genéricos, existem os similares e os de referência:

Medicamentos similares são remédios que, como os genéricos, não fazem o trabalho de pesquisas, estudos e por isso cobram mais barato por seus produtos. Eles também possuem as mesmas substâncias que o remédio original. Assim como os genéricos, os similares trabalham com patentes vencidas para poder produzir e comercializar seus remédios. A diferença entre eles está no fato desse produto ter tamanho, forma, validade, embalagens e outros requisitos e sempre deve ser vendido com nome comercial ou da marca.

Apesar dessa diferença, a eficácia dos remédios similares é comprovada, até por se tratar do mesmo modo de fabricação dos genéricos. Inclusive a concentração, princípio ativo, forma de uso e outras características da patente original são aplicadas exatamente da mesma forma nos remédios similares.

Medicamentos de Referência

Os medicamentos de referência são remédios inovadores, com alta eficácia e altos níveis de qualidade, além de ter reconhecimento da ANVISA. Esses remédios não estão no mercado e são os primeiros a serem registrados no cadastro da ANVISA com sua fórmula. Esses medicamentos possuem grande confiabilidade e credibilidade e são, como o próprio nome diz, referência no mercado.

Apesar das diferenças, os remédios genéricos, similares e de referência são igualmente eficientes e recomendados.

Isso dá a possibilidade de, a partir do princípio ativo, poder escolher entre várias opções de remédio com o mesmo efeito. Essa escolha privilegia o paciente, que pode comprar remédios mais baratos e acessíveis. Outra vantagem é a quantidade de remédios em cada local de venda: logicamente, quanto mais laboratórios produzirem medicamentos com principio ativo similar, maior quantidade terá para atender a alta demanda do mercado.

Obs.: lembre-se que, para compra de qualquer medicamento, é altamente recomendada a prescrição médica. A prática da automedicação, muito comum no Brasil, é um hábito que pode acarretar em sérias complicações na saúde. Na compra e utilização de um remédio sem a orientação médica, uma pessoa corre o risco de misturar substâncias de remédios diferentes que, juntos, podem resultar em efeitos colaterais indesejados.